terça-feira, 5 de abril de 2016

O laranja do pôr-do-sol

Esta há-de ser a terceira publicação que conta com a presença desta menina. Podem e devem espreitar as anteriores, uma vez que contêm uma fantástica sessão analógica ou um revelador antes-depois da edição digital. Depois de ir passar um fim-de-semana à terra natal para fazer uma surpresa de aniversário à mais fantástica mulher do mundo — a minha mãe, fiz uma pequena paragem pela cidade estudantil de Coimbra no percurso para a capital. Por entre arvoredo e raios de sol a espreitar por entre as cúpulas da floresta, surgiram estes belos resultados.


É claro que não seria uma aventura digna de ser contada se tudo tivesse corrido conforme os planos. Há que agradecer à A. por me ter aturado, ainda que isso lhe tenha custado um par de meias novo que encontrou amor por entre os galhos soltos do solo e lá se prendeu — perdeu-se. No que toca às fotografias, a edição dá uma pequena ajuda, já o resto... Bem, que tal dar uma vista de olhos pelos resultados finais?